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Resenha: Bastardos Inglórios

Fãs de Quentin Tarantino, tremei! Bastardos Inglórios é um ótimo filme pra quem andava com saudades de produções feitas por Tarantino. A história começa de um jeito bem peculiar. É início da Segunda Guerra Mundial e estão invadindo a França. Existe um grupo destinado a procurarem judeus e extermina-los. Mas os judeus conseguiam se esconder até que surge o coronel nazista Hans Landa(Christoph Waltz). Em uma casa no meio do campo é exterminada uma família judia, com uma única sobrevivente, Shosanna Dreyfus(Mélanie Laurent).

Quatro anos depois, após a França já estar sob domínio alemão, vemos um grupo norte-americano liderado pelo Tenente Aldo Reine(Brad Pitt). A equipe de extermínio é composta apenas por judeus que conseguiram fugir da Europa, e se intitulam Bastardos Inglórios. Com a intenção de exterminar qualquer nazista que encontrar pela frente.

A produção dessa película demorou cerca de quatro anos pra sair do papel. Com até cotação de Leonardo DiCaprio para fazer o personagem que foi personalizado por Brad Pitt. Quem acompanha seriados, encontrará o Ryan(B.J Novak)  do The Office interpretando um dos soldados do grupo de Reine. Se você viu Kill Bill verá a Sofie Fatale(Julie Dreyfus) como Francesca Mondino, tradutora franco-germânica. Enfim, todos traços que Tarantino usa em seus filmes. Desde usar alguma coisa da produção passada, seja take de câmera, mesma trilha sonora, algum ator/atriz da produção passada, etc.

Acompanho Quentin desde que vi Um Drink no Inferno, que é produção dele com seu melhor amigo, Robert Rodriguez. Desde então não parei de procurar qualquer coisa que ele faça. Bastardos Inglórios é um dos melhores trabalhos feito por Tarantino. É tenso, é irônico, é bem organizado, não é um filme que você fica olhando pro relógio por ser demorado. São duas horas e quarenta minutos de pura diversão. Destaque pro personagem Hans Landa, que realmente, dá vontade de bater nele. Mas porque é muito bem interpretado por Waltz. E também o Reine, que é feito pelo ótimo Brad Pitt. Se tem algo que Brad sabe fazer é criar personagens caricatos.

Quem quiser ter todo esse tempo de diversão, tiros, piadas sobre guerra, ufanismo, intriga e espancamento de nazistas, Bastardos Inglórios é sua pedida.

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Discussion

3 comments for “Resenha: Bastardos Inglórios”

  1. [...] Post originalmente do site Lavagem Cerebral – Clique aqui [...]

    Posted by Bastardos Inglórios | October 8, 2009, 6:52 pm
  2. Eles passam a falar inglês aparentemente apenas para dispensar a legenda no diálogo inicial totalmente “tarantineano” e logo após vem a explicação ao aparecerem os judeus escondidos: grande momento – Quentin é gênio do cinema.

    Posted by joao~grando | January 8, 2010, 3:25 pm
  3. Será que o filme mostrando judeus usando a mesma insensível e fria violência nazista, espancando seus algozes, tem algo a ver com a violência israelita nas terras tomadas aos palestinos. Um ministro israelense chegou a falar que Gaza conheceria um novo ” holocausto” ou “shoa” como gostam de dizer os hebreus.

    Posted by josué navarro de andrade | January 28, 2010, 10:50 pm

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Oi ;D