Talvez você tenha parado para pensar que ultimamente todo mundo tem tentado fazer algo diferente.
Esse algo diferente, é anexado à palavra “inovar”. Mas inovar é tão complicado que no final vira uma pataquada sem fim.
Em geral, quando você tenta fazer algo, que é relativamente “novo”, mas parecido, já tem gente que grita: “Não me copia”. Mas copiar seria fazer exatamente, com o mesmo nome, mesmo formato, mesmos padrões, etc. Ou melhor, praticamente igual e não com diferenças.
Mas aí você pensa agora “Onde esse filhodaputa quer chegar?”, calma amigo, eu tô dando uma volta, mas chego lá.
Você tem um projeto, aka. negócio, que é completamente óbvio o interesse pelo sucesso. Ninguém faz nada pra que não dê certo. Só quando existe um interesse em querer ferrar alguém. Mas aí é salvo-conduto.
Toda marca sabe que pra crescer, é necessário concorrência e assim vice-versa (Não entendeu? Pra ter concorrência, é necessário marca/empreendimento/interesse em vitória). O que seria da Coca-Cola sem a Pepsi? Certamente as pessoas odiariam a Coca e falariam: “Merda de líquido preto. Essa bosta é sempre assim”. Se só existisse Havaianas, com certeza você jamais teria Rider, Ipanema ou qualquer outro chinelo. Porque foi a concorrência que fez ela ser o que ela é. Ou seja, a Havaianas só virou produto de exportação graças ao aparecimento de concorrentes, até então a sandália era coisa de pedreiro (antes que você comece com seu mimimimi feelings, escute o que o Marcelo Serpa, um dos maiores publicitários do Brasil tem a dizer no nerdcast do Jovem Nerd).
“Ah, agora tô entendendo o que esse cara tá querendo falar”. Viu? Nada dificil. Isso acontece em qualquer segmento comercial, publicitário, empresárial, colegial, esportistico, sexual, etc. Se tu não inovar e não monopolizar, tu vai perder no final. Lembram do Dado Bier, pra quem é de Porto Alegre? Pois então, ele teve que se focar em um ponto só.
E outra, vou usar uma expressão que ouvi dias atrás, que é muito boa “Quando o cara fala que faz muita coisa, como violinista, jogador de cartas, ator de tv, dentista, advogado e flanelinha nas horas vagas, ele não é bom em nada”. E isso eu aprendi. Numa entrevista de emprego, a avaliadora me falou o seguinte “nós vimos que tu é curioso, mas tu faz coisa de mais, começa a se focar em algo apenas, que aí tu vai ser especial”. Bingo!
Então, não fique falando baboseira sobre originalidade. Principalmente se me falar que a Coca nunca mudou seu logo. Tá aqui a prova que ela mudou e inovou.

No mais, não me venha com churumelas, buddy. It´s all for the jazz.
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